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O mercado imobiliário sempre foi um dos principais termômetros para a economia de um país e pode pontuar o inicio, meio e fim de crises financeiras. No Brasil, depois de um avassalador crescimento na década de 2000 e que acompanhou também um período próspero na economia do país, nos últimos oito anos ele entrou numa curva descendente e com poucas expectativas de melhora imediata.

A boa notícia é que o ano de 2019 vem com as melhores previsões e já há indícios de que o setor está voltando a crescer. Especialistas preveem um aumento na procura dos imóveis já construídos ou em construção, assim como nas casas pré-fabricadas que vem atraindo cada vez mais interessados.

 

Como surgiu a crise imobiliária

A decadência do setor imobiliário brasileiro teve início nos EUA, em 2008. Os americanos tiveram uma das suas maiores crises financeiras de sua história, por causa da concessão de hipotecas com altos juros, para pessoas com grande risco de crédito. Antes dessa explosão, o mercado imobiliário americano cresceu de forma irracional, por aparentemente ser um negócio rentável especialmente para pessoas mais humildes. E foram sendo concedidas hipotecas para trabalhadores sem seguro médico, renda abaixo do mínimo legal e uma vida comunitária violenta.o-que-saber-sobre-a-bolha-imobiliaria

A falta de pagamento dessas hipotecas originou um colapso tão grande, que instituições financeiras foram obrigadas a injetar bilhões de dólares na economia americana para evitar o pior. O problema foi ainda maior do que as hipotecas podres, já que os bancos possuíam produtos criados por matemáticos financeiros, baseados nos créditos dados as pessoas com alto risco. Semelhante as chamadas “hipotecas podres”. Com devedores sem patrimônios, sem renda fixa e com precária documentação  geraram uma cadeia de inadimplência que só se acumulou as do mercado imobiliário.

Embora esse colapso tenha causado grandes estragos na vida das pessoas e refletido no resto do mundo, o mercado financeiro aprendeu duras lições sobre especulações, regulações e novas investidas. Mas no Brasil os reflexos só aconteceram anos depois, já que em 2008 o país vivia um momento de apogeu econômico.

A alta taxa de empregabilidade e a facilidade de créditos com juros mais baixos ferveram o mercado imobiliário, que ainda tinha grandes eventos nacionais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. O mercado imobiliário brasileiro fervilhou e surgiram novos empreendimentos, assim como os imóveis usados tiveram grande procura.

Com a refração econômica que veio em seguida, o mercado imobiliário brasileiro teve uma brusca queda. Novos empreendimentos foram cancelados e os preços caíram quase pela metade de antes, mesmo assim sem grande procura já que os créditos começaram a não ser mais tão facilitados quanto antes.

 

As novas perspectivas do mercado imobiliário e as casas pré-fabricadas

A recuperação do setor imobiliário já está visível desde 2018. Com a diminuição de novas construções, a demanda por imóveis começou a subir o que vem ajudando a elevar seus preços. E mesmo que os créditos ainda estejam freados para a população em geral, a renda do brasileiro vem aumentando. Mas o foco é para médio prazo, onde investidores começam a pesquisar imóveis e empresas começam a negociar preços, pensando em capitalizar a frente.

casas-pre-fabricadas-comprar-03Mas quem vem ganhando mesmo é o setor de casas pré-fabricadas, que se destaca pela praticidade e economia em sua aquisição, bem mais acessível que um imóvel já construído. Mesmo diante da crise que afetou o país e, consequentemente o setor imobiliário, as casas pré-fabricadas continuam crescendo.

Muito além de casas familiares, shoppings, centros comerciais, escritórios, estádios de futebol, escolas e até hospitais vêm optando pelas estruturas criadas pela indústrias. Elas criam peças padronizadas e com rigorosos padrões proporcionais, que se encaixam entre si. São seguras e podem ser personalizadas de acordo com o tipo de aquisição.

As primeiras indústrias de pré-fabricadas surgiram na década de 1950, mas só nas duas últimas décadas foram descobertas pela população. Tanto quando o mercado imobiliário como um todo, que vem em expansão atualmente, as casas pré-fabricadas estão a frente dessa perspectivas.  Elas estão rompendo preconceitos que atribuíam seus moldes a falta de segurança e a má qualidade, demonstrando exatamente o oposto, com excelente estrutura e estética para todos os gostos.

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